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Ataque terrorista impedido em 2006 pode não ter sido o que diziam

Setembro 8, 2008 · Deixe um comentário

Da AP, a versão resumida:

LONDON (AP) — Three men were convicted Monday of conspiracy to murder in a terrorist bombing campaign, but the jury could not reach a verdict on allegations they plotted to use liquid explosives to down trans-Atlantic airliners.

Os condenados. Foto tirada do NYT. (London Metropolitan Police, via Agence France-Presse — Getty Images)

Os condenados. Foto tirada do NYT. (London Metropolitan Police, via Agence France-Presse — Getty Images)

The jury failed to reach any verdict at all for four defendants, and one man was acquitted in a case that caused travel chaos in 2006 at the height of the summer vacation season. Prosecutors said they were considering a retrial.

Prosecutors said a group of British Muslims led by Abdulla Ahmed Ali planned to use explosive hydrogen peroxide disguised as a soft drink and considered national infrastructure targets including gas terminals, oil refineries and Heathrow Airport.

Prosecutors said during the trial that the men, all Britons with ties to Pakistan, planned to attack United Airlines, American Airlines and Air Canada flights.

But the jury could not reach a verdict on prosecutors’ claims that Ali intended to target passenger jets flying from London to major North American cities with suicide attacks.

A jury in London found that Abdulla Ahmed Ali and coconspirators Assad Sarwar and Tanvir Hussain were guilty of conspiracy to murder by the use of hydrogen peroxide to make a bomb.

The jury failed to reach verdicts on charges against four other defendants — Ibrahim Savant, Arafat Waheed Khan, Waheed Zaman and Umar Islam. An eighth man, Mohammed Gulzar, was acquitted.

The men’s plans were stopped by British and U.S. intelligence officers in an investigation that led to a bomb factory in eastern London, British woodlands where chemicals had been dumped and to Japan, Mauritius, South Africa and Pakistans lawless tribal areas where conversations were intercepted.

Police swooped down and arrested two dozen suspects in dawn raids across Britain on Aug. 10, 2006.

Airports in the United States and Europe ground to a halt with hundreds of flights canceled over security concerns. Planes were stuck on runways for hours. Tempers flared as passengers lined up to surrender carry-on items under new security precautions that restricted the quantity of liquids in their luggage.

A lawyer for Ali, the alleged ringleader of the group, insisted last month he was guilty only of planning a childish stunt to make a political point.

Ali acknowledged planning to release anti-Western videos and detonate explosives at a high-profile location as part of a campaign to change the British government’s policy toward the Muslim world.

“It was childish, it was stupid, but it is not murder,” the lawyer, Nadine Radford, said during a July hearing.

Ali, Sarwar and Hussain had already pleaded guilty to conspiring to cause explosions. All eight denied conspiracy to murder.

Ali told the court they planned to set off a small bomb at a site such as the Houses of Parliament or Heathrow Airport to advertise a propaganda documentary protesting the West’s actions in Afghanistan and Iraq. He denied intending to kill anyone (…)

No New York Times, a versão longa:

LONDON — A lengthy trial centering on what Scotland Yard called a plot to blow up trans-Atlantic airliners ended Monday with the jury convicting three of eight defendants of conspiracy to commit murder. But the jury failed to reach verdicts on the most serious charges, of a conspiracy to have suicide bombers armed with soft-drinks bottles filled with liquid explosives destroy seven airliners headed for the United States and Canada on the same day.

The failure to get convictions on the charges of a plane-bombing plot represented a major setback for counterterrorism officials in London and Washington, who had described it as potentially the most devastating act of terrorism since the Sept. 11 attacks in the United States seven years ago this week. British and American experts had said the plot had all the earmarks of an Al Qaeda operation and said the death toll could have been in the thousands (…)

Leia tudo em No Conviction on Key Charges in Liquid-Bomb Trial in London, NYT

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“Fim da guerra” o c…

Agosto 16, 2008 · Deixe um comentário

Da AFP:

TBILISI (AFP) — O presidente russo, Dmitri Medvedev, assinou neste sábado o plano de paz com a Geórgia, mas, na prática, as forças russas parecem reforçar suas posições em território georgiano, situando-se a 40km de Tbilisi.

Blindados e tanques russos bloqueiam a entrada principal de Gori, um ponto estratégico a 60km da capital e perto da Ossétia do Sul, região detonadora do atual conflito, constatou neste sábado um fotógrafo da AFP.

Inúmeros movimentos de tanques e veículos blindados de infantaria, armados com canhões de 30mm, foram vistos por um jornalista da AFP perto de Igoieti, a cerca de 30km de Tbilisi. O motivo dos deslocamentos dessas forças, que deixaram Gori na sexta, avançando ainda mais no território georgiano, continua sendo desconhecido.

O presidente Medvedev assinou neste sábado o plano de seis pontos negociado pela França para acabar com os conflitos na Geórgia, anunciou o Kremlin.

O acordo, firmado na sexta pelo presidente georgiano, Mikhail Saakachvili, não estabelece nenhuma área na Geórgia na qual as tropas russas estariam autorizadas a patrulhar, frisou o embaixador da França em Tbilisi, Eric Fournier.

Fournier desmentia, assim, matéria publicada no jornal russo “Kommersant”, que cita um perímetro de 10km para as patrulhas russas, dentro de seu dispositivo de segurança.

As condições para que as forças russas garantam sua segurança até a adoção de um mecanismo internacional foram negociadas entre Washington, Paris e Moscou. Ontem, a secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, comunicou os detalhes do acordo a Tbilisi, mas sem divulgá-los publicamente.

(…)

Rice defende que o Exército russo deve “iniciar a retirada, de forma imediata, das tropas” que entraram na Geórgia, depois que os georgianos tentaram, em vão, no dia 7 de agosto, assumir o controle da Ossétia do Sul.

A Grã-Bretanha se posicionou no mesmo sentido, enquanto a Alemanha voltou a insistir na manutenção da integridade territorial da Geórgia (…)

Leia mais: Tropas russas avançam no território georgiano, apesar do cessar-fogo, AFP

E agora entrando na esfera criminal:

(…) Neste sábado, enquanto tropas russas avançavam sobre o território georgiano , o governo de Tbisili emitia uma ordem internacional de busca e captura contra o presidente da Ossétia do Sul, Eduard Kokoiti, informou o ministro de Reintegração georgiano, Temur Yakobashvili. Eleito em dezembro de 2001, Kokoiti acusa a Geórgia de “genocídio” por conta de sua ofensiva militar contra o povo osseta. Em 2006, ele convocou um plebiscito, no qual 99% da população local apoiou a independência da região separatista (…)

Leia mais: Geórgia mandar prender o presidente da Ossétia, O Globo Online

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AFP: Hacker do Pentágono será extraditado para os EUA

Julho 30, 2008 · Deixe um comentário

Da AFP:

LONDRES (AFP) — O britânico Gary McKinnon, acusado de invadir o sistema de informática do Pentágono, será julgado nos Estados Unidos porque perdeu nesta quarta-feira um recurso na justiça.

Conhecido como “Solo”, o hacker de 42 anos apelou na justiça britânico para não ser extraditado para os Estados Unidos, levando seu caso ao máximo tribunal britânico, a Câmara dos Lordes. Nos EUA, ele é acusado de ter entrado nos computadores do Pentágono e da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA)

No entanto, cinco juízes rejeitaram nesta quarta-feira o recurso de apelação. Sendo assim, McKinnon será extraditado para responder pelo que o promotor do caso chamou de “o maior ataque virtual militar de todos os tempos”.

McKinnon, que pode pegar prisão perpétua pelo crime, admitiu que, entre 2001 e 2002, entrou no sistema de informática do Exército, da Marinha, do departamento de Defesa, assim como no da Força Aérea americana, de um computador do quarto da casa da tia de sua namorada em Londres (…)

Leia mais: Hacker do Pentágono será extraditado para os EUA, AFP

British hacker who broke into Pentagon may finally be sent to US, BetaNews

Suspect in “biggest military hack” loses extradition case, Ars Technica (esta versão tem mais detalhes técnicos)

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